segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Apresentação dos fantoches

Num vôo dos Estados Unidos para Madagascar, três amigos estavam nele. O Avião caiu no Triângulo das Bermudas, e apenas cinco passageiros sobreviveram só os que estavam com bermudas. Um deles era o piloto, o outro aero-moço, e o resto eram os amigos. Quando chegaram nesta parte do mar, encontraram o Michael Jackson, que chegara em uma nave. Todos se apresentam uns aos outros e decidiram pegar os botes salva-vidas com seus remos e remar até uma ilha. Porém, a ilha era muito longínqua e todos morreram no caminho, menos Michael Jackson que voltou para sua nave e foi para a ilha do rock.

sábado, 29 de agosto de 2009

Artur Luís Piza - foto, local e data de nascimento


Artur Luís Piza nasceu no dia 13 de janeiro de 1928 em São Paulo.
Ele foi gravador, desenhista e escultor
Isabella nº15

Ariano Suassuna

Ariano Vilar Suassuna nasceu em João Pessoa,antiga Cidade da Paraiba, em 16 de junho de 1927. Além de ser um dos poetas, dramaturgos e romancistas mais importantes da Lingua Portuguesa, também é um defensor militante da cultura nordestina.

Aos 18 anos, escreveu um poema, "Noturno" e este foi publicado no Jornal do Commercio. Esse foi o começo de um futuro ligado a literatura. Em 1946 ingrssou a Faculdade de Direito do Recife, onde com Hermilo Borba Filho, fundou o Teatro do Estudante de Pernambuco.

Entre 1946 e 1948, há notícia que foram as primeiras datas de seus primeiros poemas ligados ao Romanceiro, como por exemplo: “A Morte do Touro Mão de Pau”, “Beira-mar”,etc.

Obras feitas entre 1950 - 1961: "Auto de João da Cruz", "Auto da Compadecida", "O Santo e a Porca - O Casamento Suspeitoso", "A Pena e a Lei", "A Farsa da Boa Preguiça" e "A Caseira e a Catarina".

Obras de Ariano Suassuna já foram traduzidas para muitas línguas como: francês, alemão, inglês, holandês, espanhol, italiano e polonês. Ariano ocupa a cadeira nº32 da Academia Brasileira de Letras.
Catarina Ji Yeun Kim
Nº6 6A A41

Arthur Luiz Piza - principais fatos da carreira e da vida pessoal

Arthur Luiz Piza nasceu dia 13 de janeiro de 1928, em São Paulo.

Em 1943, estudou pintura e afresco com Antonio Gomide.

Em 1951, mudou-se para Paris, onde começou a trabalhar no estúdio do mestre da gravura Johnny Friedlaender e aperfeiçoou-se nas técnicas de gravura em metal, água-forte, talho-doce, água-tinta e ponta-seca

Entre 1951 e 1963, participou das Bienais de São Paulo .e em 1966, da Bienal de Veneza.

Em 1958 realizou a primeira gravura em relevo.

Em 1981 recebeu o Prêmio Souza Cruz de melhor artista

Em 1994 recebeu o grande prêmio da APCA.

Lara Bearzi nº20 6ªA

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Xilogravura e Literatura de Cordel

Xilogravura

Xilogravura é a técnica de gravura na qual se utiliza madeira e possibilita a cópia de imagens e textos sobre papel ou outro suporte apropriado. É o proceso inverso do carimbo, já que o papel é prensado com as mãos sobre a matriz. Originou-se na China, e era conhecida desde o século VIII. A xilogravura se desenvolveu na literatura de cordel.



Xilogravuras do século XVI ilustrando aprodução da xilogravura. No primeiro: ele esboça a gravura. Segundo: ele usa um buril para cavar o bloco de madeira que receberá a tinta

Literatura de Cordel

A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras.


Lara Bearzi nº20 e Giuliana Denapoli nº12

Xilogravura e Literatura de Cordel

Xilogravura é a técnica de gravura na qual é usada em madeira como principal e facilita na reprodução de imagens e textos sobre papel ou outro suporte adequado. É um processo bastante parecido com um carimbo já que o papel é prensado com as mãos sobre a madeira. A técnica pede que se entalhe na madeira, com ajuda de instrumento cortante, a figura ou forma (matriz) que se pretende "imprimir".
A literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome que vem lá de Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, herdamos o nome (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola.


Isabella nº15

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Ignacio de Loyola Brandão

Ignacio de Loyola Brandão é um romancista e jornalista brasileiro.

Nasceu em 31 de julho de 1936 em Araraquara.Loyola desde sempre quiz entrar na fantasia e no mundo da literatura.
Sua profissão começou quando lançou seu primeiro livro Depois do sol.
Trabalhou como editor da Revista Planeta que se trata sobre política ambiental entre outras coisas.
No ano de 2008 ele ganhou um premio do melhor livro de ficção do ano. O livro é chamado "O menino que vendia palavras".


Seus contos :
  • Depois do Sol ( 1965)
  • Cadeiras proibidas (1976)
  • Obcenidades para uma dona de casa (1981)
  • Cabeças de segunda - fera (1983)
  • O homem do furo na mão (1987)
  • O homem que odiava segunda feira (1999)

Esses sáo alguns de seus principais contos






Larissa Pomeranz - n 21 - 6A